Tribunal Superior Eleitoral explica segurança da urna eletrônica
Ouça a entrevista com o secretário de Tecnologia e Informação do TSE, Giuseppe Janino
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Fernanda Queiroz
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Desde o primeiro turno das eleições gerais, o clima de desconfiança e descrédito por parte de eleitores tomou força nas redes sociais sobre a segurança do sistema de votação. Foi diante desse cenário que, nesta semana, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, e os presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) divulgaram uma "Carta à Nação Brasileira", documento para reafirmar a segurança das urnas eletrônicas e do processo eleitoral.
O documento passou a ser visto como resposta aos vídeos e ‘fake news’ compartilhados no primeiro turno das eleições que colocavam em dúvida a segurança das urnas eletrônicas. Um dos vídeos, que posteriormente se detectou ser uma montagem, mostrava uma urna que se auto preenchia. A Justiça Eleitoral destaca, por exemplo, que rotineiramente, testes e auditorias públicas que comprovam e asseguram a transparência e absoluta confiabilidade do voto eletrônico são realizados.
Além disso, é destacado que a urna conta com oito barreiras físicas e mais de 30 barreiras digitais e, além de disso, não há conexão à rede de Internet. Em entrevista à CBN Vitória, o Secretário de Tecnologia e Informação do TSE, Giuseppe Janino, explica como funciona a blindagem.